domingo, 30 de agosto de 2009

Mensagem da Semana

PROVÉRBIO CHINÊS

Aquele que não sabe

e sabe que não sabe

é humilde.

Ajuda-o!



Aquele que não sabe

e pensa que sabe

é ignorante.

Evita-o!



Aquele que sabe

E pensa que não sabe

Está dormindo.

Desperta-o!



Aquele que sabe

e sabe que sabe

é sábio!

Siga-o.
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Litemática a ou materatura





Matemática é uma coisa, literatura é outra. E as duas não tem nada a ver, certo?


Para o Malba Tahan, não podia estar mais errado: esse escritor árabe, nascido em 1885, achava que matemática e literatura se misturavam superbem! E foi "casando" essas duas disciplinas que o Malba escreveu uma série de livros incríveis.


O mais famoso deles, chamado "O Homem Que Calculava", contava um monte de "histórias matemáticas". Em cada capítulo havia um "problema" que o Beremiz , o tal homem que calculava lá do título, devia resolver. E ele sempre resolvia! Só que o tal problema não era uma equação complicada e chata, não: era uma história legal, prática, que fazia a gente notar que a matemática, além de superútil, pode ser muito divertida.


Mas esse escritor maluco não misturou só matemática e literatura: ele também fez um "milkshake" de fantasia e de verdade. É que o Malba Tahan não se chamava Malba Tahan, não era árabe nem tinha nascido em 1885 coisa nenhuma!


Na "vida real", ele era um professor de matemática, o brasileiro Júlio César de Mello e Souza, que tinha nascido dez anos depois de sua "invenção", em 1895! O Júlio inventou o nome e a história do Malba Tahan porque ele achava que assim seus livros iriam vender mais.


E deu certo: por muito tempo, ninguém descobriu que Malba Tahan era o pseudônimo do Júlio, e um batalhão de pessoas comprou os livros de "contos aritiméticos" do árabe de araque!


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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Medida certa

Antes de inventar a fita métrica, a trena e outros instrumentos para tirar medidas, o homem utilizava seu próprio corpo como referência.


Foi daí que surgiram medidas como a polegada, o palmo, o pé, o passo, a jarda (tomando por base o comprimento de um braço estendido), a braça (os dois braços estendidos, como na cruz). Alguns desses padrões continuam sendo muito utilizados até hoje.


Veja quanto eles medem em centímetros:

  • 1 polegada = 2,54 cm
  • 1 pé = 30, 48 cm
  • 1 jarda = 91, 44 cm


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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

CLASSIFICADOS NA 1a FASE DA OBMEP



"O importante em cada vitória foi a emoção."
(Ayrton Senna)


"A vitória cabe ao que mais persevera."
(Napoleão Bonaparte)


Gostaria de parabenizar a todos os alunos da E.E. Padre José Senabre de Vespasiano.que participaram com empenho e entusiamo da OBMEP/2009 e em especial aos alunos classificados nesta primeira fase.

Agora é preparar para a segunda fase!!!!

SUCESSO A TODOS VOCÊS!!!E MAIS UMA VEZ PARABÉNS AOS CLASSIFICADOS!!!!
VEJA A LISTA ABAIXO:


NÍVEL 1:

1- VANESSA MARIANA SOARES MOTA (Turma Caeté)

2- LAURA ENEODINA SILVA (Turma Prados)

3- MARCOS VINÍCIUS MOTA LOPES (Turma Caeté)

4- BRYAN MIGUEL ARCANJO (Turma Caeté)

5- SARAH CAROLINA R.S. FERREIRA (Turma Caeté)

6- CHRISTYAN SANTOS ROSA ( Turma

7- LUIZ FERNANDO D. DE OLIVEIRA (Turma Caeté)

8- GABRIELA LUIZA DE DEUS BARBOSA (Turma Nova Lima)

9- KÊNIA MEIRELES SILVA (Turma Caeté)

10-LARISSA MARIA GARZEDIM LUCAS Turma Ouro Branco)

11-BRUNA MAGDA DA SILVA FRANÇA (Turma Ouro Branco)

12-ISABELA BATISTA OLIVEIRA (Turma Raposos)

13-LEONARDO M. DE OLIVEIRA MENDES (Turma Raposos)



NÍVEL 2:

1. ARHUR FRANÇA MAIA (Turma Diamantina)

2. TÚLIO GODOI DA SILVA (Turma Diamantina)

3. ROBERTH ANDRÉ OLIVEIRA SILVA (Turma Poços de Caldas)

LEONARDO DE OLIVEIRA FÉLIX (Turma Poços de Caldas)

JESIANE INGRIT DOS SANTOS (Turma Poços de Caldas)

ROGÉRIO EMANUEL R. SANTOS (Turma Barão de Cocais)

7. SHAYNE RIBEIRO TORRES (Turma Itabira)

PALOMA CASTANHEIRA DE PAULA (Turma Ouro Preto)

BRENNER H. FAGUNDES ARAÚJO (Turma Diamantina)

SÂMARA LOPES DURAES (Turma Sabará)

LAYS NERES RODRIGUES (Turma Diamantina)

12. GUSTAVO DINIZ SANTOS (Turma Poços de Caldas)

MARCOS VINÍCIUS SILVA (Turma Diamantina)


NÍVEL 3 :

CYRO WANDER FERNANDES JUNIOR (Turma Igarapé)

JULIA COSTA BRITO (Turma Tiradentes)

PEDRO ALBERTO ROCHA JÚNIOR (Turma Tiradentes)

CRISTHIANY HELENA P. CALDEIRA (Turma Cambuquira)

VICTOR HUGO FONSECA FERREIRA (Turma Cambuquira)

LARISSA SUELEM FAGUNDES (Turma Tiradentes)


SUCESSO A TODOS!!!! AH! ESTUDEM BASTANTE SEMPRE!!!


terça-feira, 25 de agosto de 2009

Origem dos símbolos " + " , " - " e "="

Cruzinha, tracinho, dois tracinhos… "4+3-1= 6". Preste atenção: quando a gente dá de cara com uma continha como essa, nosso cérebro sem "pestanejar" vai logo lendo "quatro mais três menos um igual a seis". Mas por que a gente não lê "quatro, cruzinha, três, tracinho, um, dois tracinhos, seis"? Ora bolas, porque a gente sabe que a tal da cruzinha é o "mais", o sinal de adição! E que um tracinho quer dizer subtração e dois tracinhos, igualdade!
Mas o que você provavelmente não sabe é que uma cruzinha entre dois números significa adição por causa de um sujeito chamado João Widman d'Eger. O João escreveu um livro em 1498 chamado Aritimética Comercial, que foi a "estréia" dos sinais de "mais" e "menos"! Só que nesse livro os sinais ainda não tinham o mesmo siginificado que eles têm hoje: "mais" e "menos" serviam só para dizer se um negócio havia dado lucro ou prejuízo!
Eles só viraram símbolos matemáticos em 1557, quando começaram a ser usados por Robert Record. Alías, o Record foi responsável pelo nascimento de um outro sinal superimportante: os dois tracinhos da igualdade, que deram o ar de sua graça pela primeira vez em um livro do Robert publicado em 1540!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Um pouco de história...

Se você acha que matemática é um bicho-de-sete-cabeças, imagine o que achavam os homens das cavernas! Eles conviviam com noções de matemática sem desconfiar que ela está em toda parte

Mesmo há muuuuiiiito tempo, na pré-história, nossos antepassados já tinham a noção dos números. Claro que eles não sabiam contar, mas percebiam que as coisas mudavam numericamente. Por exemplo, que os dias passavam e os filhos estavam aumentando.

Começaram então a gravar em ossos essas noções de quantidade (já que devia ser difícil guardar tudo "de cabeça"). Esses ossos entalhados são os registros mais antigos que existem, de mais ou menos 20.000 anos atrás.

Aos poucos, os povos primitivos aprenderam a usar os dedos das mãos e dos pés para "lembrar" pequenos números. E tem muita gente que faz isso até hoje...Também usavam aspartes do corpo para medir as extensões , e descobriram quais as formas geométricas mais adequadas para suas peças de cerâmica e para as pontas das lanças.

Assim, cada cultura foi desenvolvendo um método de conhecimento e progredindo nessa ciência tão importante.

domingo, 23 de agosto de 2009

MENSAGEM - OLIMPÍADA


Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.


Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.


Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles.


Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "- Pronto, agora vai sarar!"


E todos os noves competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.


O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos...


Talvez os atletas fossem deficientes mentais, mas com certeza, não eram deficientes espirituais...


"Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho, é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos..."


Procure ser uma pessoa de valor e não de sucesso...


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