Estou falando, do acontecido numa escola em Vespasiano:
"A Diretora,segundo meu entendimento, no seu papel de gestora escolar, chamou uma funcionara que estava no atual momento, exercendo a função de professora s no Ensino Fundamental para uma conversa sobre sua maneira de se vestir para lecionar para adolescentes e deu esta polêmica toda..."
Vamos pensar friamente no fato e tentar responder às perguntas que estou me fazendo:
• Como deve ser a conduta de um professor? De um educador?
• Como os nossos alunos nos vêem?
• Qual a função da Direção de uma escola?
• A Diretora, estava ou não no seu direito/dever (exercendo sua função)?
• O que leva uma pessoa com outras profissões atuar como professora?
• O que levou a funcionária a se sentir discriminada e procurar a mídia?
• Por que a funcionária não foi se queixar e buscar seus direitos junto à Secretaria de Estado de Educação ? E se não resolvesse, aí sim, buscasse auxílio junto à mídia?
• Por que a mídia deu "ouvidos", “atenção” para este fato e não deu cobertura tão atuante e polêmica para a nossa greve de 47 dias?
Estas são apenas algumas perguntas que não se calam dentro de mim ao abrir um jornal, ligar a televisão e dar de cara com esta pessoa que se diz "professora" apenas tentando se auto promover.
Gostaria de deixar registrado algumas observações que considero pertinentes para serem analisadas neste caso:
* A "professora", em questão, não é Habilitada(formada) para ser Professora, portanto, nunca teve o cuidado até hoje com as roupas que seleciona e usa para trabalhar. Como profissional da educação e principalmente docente, aprendemos nos cursos de habilitação, que devemos ter um cuidado especial com o modo como nos apresentamos para nossos alunos. A ética e o bom senso devem imperar durante todo o tempo dentro e fora da sala de aula, inclusive no que diz respeito as roupas que vestimos, pois somos exemplo para muitos.Não que devemos mudar o nosso estilo de vestir, mas temos recursos que podemos utilizar para evitar constrangimentos como por exemplo o uso de"jaleco" dentro da sala de aula.
** A "professora" em nenhum momento demonstrou preocupação com a sua imagem como educadora(pois a mesma não é!) o que ela quis, ou melhor, estar demonstrando, é que está preocupada em se promover como símbolo sexual, como dançarina do ventre, esteticista..., estar na mídia.
Repito, não quero, nem tenho o direito de julgar ninguém, mas vejo que esta "pessoa" está na condição de docente apenas como um "bico", até arrumar alguma coisa melhor para fazer.Ela não está cursando nenhuma faculdade que a habilite a ser professora, situação que temos em muitas escolas(Professores não habilitados , mas que estão cursando Faculdade para ser professores). Esta situação, tende a piorar, pois não encontra-se mais professores habilitados para substituição aos docentes afastados por diversos motivos.
Infelizmente, professor é a única profissão que qualquer um pode entrar na sala de aula e se apresentar como tal. Nenhum professor, habilitado, pós-graduado, com Mestrado pode entrar num hospital e substituir um médico ou trabalhar como engenheiro. Mas qualquer um mesmo sem curso superior na falta de professor habilitado , pode entrar para uma sala e dar aula.
Eu tenho falado com meus alunos que PROFESSOR é uma profissão em extinção, se o governo não valorizar a nossa categoria. E nós já estamos constatando isto nos dias atuais. O pior???? Ninguém comenta isto???? Sabem por quê ?
Esta pergunta acho que consigo responder: Porque este tipo de notícia não aumenta o ibope!!!
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È isto mesmo, Cris. A que ponto chegamos...
Uma pessoa como esta ser chamada de profesora!!!!
Ela estava infelizmente no momento exercendo o papel de professor, por falta de profissional qualificado.
Isto tudo é culpa do Governo que não valoriza a nossa categoria e qualquer um pode dar aulas.
A minha esperança é que este fato possa chamar a atenção também do Governo para uma situação que s´tende a piorarar: "A falta de professores habilitados"
Que bom você abordar este fato tão constrangedor para a nossa categoria!!!
Professora da rede estadual que se sente agredida com uma situação como esta.
Você não sabe realmente responder a estas perguntas,Cristina???
Pelo que conhece de você tenho certeza que você tem uma resposta na ponta da língua para cada uma delas...rsrsrsrs...
Eu
Cris, esta senhora é uma desaforada ao usar a palavra PROFESSORA. Professor é nome sagrado. Não pode ser enxovalhado assim.
Coitadinha, 38 anos, mãe de família, ainda cursando a faculdade, com um marido até bonito e se passando por menininha de 15 anos. A calça apertadinha, até faz o bumbum ficar durinho, mas a carinha... que dó!E o tanto de gomos nas costas? Boba, aproveitadora... O salão dela é muito ruim, porque ela precisou até dar aulas em escola pública estadual, onde o salário, como sabemos, não ajuda muito, não é?
E os filhos? Como ficarão? Quem cuidará deles? A mãe deles está desnorteada!!! Acho que o ministério público, caso sejam menores, deveria tutelar os filhos desta senhora que, no horário de estar trabalhando ou cuidando dos filhos, estava desfilando para peão na Praça Sete. Será que os filhos dela foram à escola nesse dia? Será que fizeram o dever de casa? Será que conseguiram concentrar nas aulas?
Amiga, temos muitas perguntar a fazer.
E... será que ela percebeu que está fazendo papel de ridícula???
Tomara que ela vá para Pernambuco e fique por lá, porque aqui, ela não fará falta. E as roupas que ela usa, lá em Pernambuco, estarão mais adequadas, já que é praia... DRI
É triste de se ver.
O Brasil está se esquecendo q professor é tudo.
Cada vez mais estamos necessitados de bons professores(40 anos atras ainda se respeitava um professor ,admiravamos, tinhamos como exemplo)Será q são as nossas crianças e nossos adolescentes q pioraram?Fica essa pergunta!
Acredito q até nas coisas ruins tiramos proveito.Um dia iremos agradecer por essa reportagem q deixou bem claro a importância de um professor de verdade q dedica o seu tempo para formar bons medicos,engenheiros,juizes etc,etc......
Vamos dá mais valor aos professores todos estamos onde estamos graças a eles.








