sexta-feira, 20 de julho de 2012

Feliz dia do amigo


Passei por aqui para deixar um grande beijo para todos os meus amigos pessoais e virtuais que passam por aqui e agradecer o carinho de todos vocês para comigo e  este cantinho que é nosso!!




Comentários:

  1. Oi "amiga virtual" kkk, é muito bom a tecnologia pois assim fazemos amigos em toda parte do Brasil. felicidades e boas férias.
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    1. Com certeza Pequi!!!

      Outro dia ouvi uma frase que fiquei pensativa e passei a me policiar mais.

      Dizia mais ou menos assim: "A internet aproxima quem está longe e afasta quem está perto."

      Mas que é muito bom, isto ninguém tem dúvida. É só fazer usar!!

      Boas férias para você também!
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  2. Pois é eu to aqui também, aquele abraço estava com saudades beijos Maria
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    1. Maria,

      É muito bom saber que mesmo com o meu sumiço, ainda apareça por aqui.
      Também sinto saudades este blog!

      Grande abraço!!
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  3. Obrigado Cris pelo carinho.
    Mas vc esta muito sumida.Curto muito os suas publicações.
    Feliz dia do amigo para vc também.
    Um abraço carinhoso,
    Jane.
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    1. Jane, passei, estou passando, por um momento delicado de doença em família e estou sem tempo e sem inspiração para com este cantinho que amo tanto.

      Mas com a graça de Deus as coisas vão melhorar!!!

      Obrigada!!! Abraços
      Cris


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sábado, 14 de julho de 2012

Festa Junina E.E. Padre José Senabre 2012


Aconteceu ontem, dia 13 de junho, a tradicional festa Junina da E. E. Padre José Senabre.

Como sempre, a festa foi muita animada: brincadeiras, comidas típicas, danças e muita alegria!!!


Mais uma vez, o trabalho em equipe e a dedicação de professores, funcionários, alunos e a comunidade escolar, fizeram toda a diferença!!!




























domingo, 13 de maio de 2012

Mãe, um presente de Deus!!



"Para completar o homem
Deus a fez mulher
Mas para participar no milagre da vida
Deus a fez mãe

Para liderar uma casa
Deus a fez mulher
Mas para edificar um lar
Deus a fez mãe

Para estudar, trabalhar e competir
Deus a fez mulher
Mas para guiar a criança insegura
Deus a fez mãe

Para os desafios da sociedade
Deus a fez mulher
Mas para o amor, a ternura e o carinho
Deus a fez mãe

Para fazer qualquer trabalho
Deus a fez mulher
Mas para embalar um berço e construir um caráter
Deus a fez mãe

Para ser princesa
Deus a fez mulher
Para ser rainha
Deus a fez mãe

Você é o mais lindo presente de Deus para mim.
Eu quero ser uma dádiva de Deus para você"

Autor desconhecido


Parabéns a todas as mães, em especial à minha querida e amada mãe,!!!

domingo, 6 de maio de 2012

Mensagem da semana!


Feijões ou problemas


Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor.

Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia sucedê-lo. 

Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio, para colocar a sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos-de-feijão que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande montanha.

Dia e hora marcados, começa a prova.

Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar. No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando imensa dor. Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.

Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir do monge o óbvio anúncio.

Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:

- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei - foi a resposta.

Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.

Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina...


"APRENDA A COZINHAR SEUS FEIJÕES"!






Boa semana a todos!!!




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domingo, 22 de abril de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

O Homem que calculava




O problema na herança

Andando por Bagdá, o homem que calculava se deparou com 3 irmãos discutindo calorosamente a respeito de uma herança deixada pelo seu falecido pai. A herança se tratava de 35 camelos a serem divididos de forma que o mais velho ficasse com metade dos camelos, o irmão do meio com a terça parte e o mais novo com a nona parte do total de camelos. Os irmãos não chegavam a um acordo pois a quantia não fechava exata. O homem que calculava então chegou dizendo que era muito simples resolver esse problema juntando aos 35 camelos o camelo que o sábio trazia consigo.

E continuou dizendo - - Deverias meu amigo (o irmão mais velho) receber a metade de 35 ou seja 17 e meio. Receberás a metade de 36, e portanto 18 camelos. Não tens nada a reclamar, sairas, pois é claro, lucrando com esta divisão.

Dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou :

- E Tu, Hamed Namir, deverias receber um terço de 35, isto é 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é 12. Não poderás protestar, saíste com visível lucro na transação

E disse por fim ao mais moço :

- E tu, jovem Harim Namir, segundo a vontade de teu pai, deverias receber uma nona parte de 35 isto é, 3 e tanto. Vais receber a nona parte de 36 isto é , 4. O teu lucro foi igualmente notável.

E concluiu serenamente:

- Todos saíram lucrando, couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo e 4 ao terceiro, um total de 34 camelos. Dos 36 camelos sobraram portanto ainda 2. Então se me permitirem vou ficar com eles por ter resolvido o problema de forma que todos vocês saíram ganhando e eu também.

E o sábio homem saiu com 2 camelos, sendo que todos saíram ganhando. Por que?





quinta-feira, 5 de abril de 2012

A CONDIÇÃO DOCENTE NA EDUCAÇÃO BÁSICA EM MINAS GERAIS E A COPA DE 2014: O QUE OS RELACIONA?


Caras professoras e caros professores,

Gostaríamos que dispusessem de um pouco de seu tempo para refletir conosco sobre um processo que vem ocorrendo no Brasil e, no nosso entender, lhes diz respeito diretamente, enquanto profissionais, em, pelo menos, dois aspectos. Tal processo liga-se à realização da Copa do Mundo de Futebol, mas não começa e tampouco termina com ela. O caso é que, mesmo que se tenha festejado a escolha do nosso país para sediar um dos mais suntuosos eventos esportivos do mundo, é preciso ver o que ele de fato aponta como legado para nós brasileiros.

Com relação ao primeiro aspecto da Copa que lhes diz respeito, professoras e professores, vocês sabem, melhor do que nós, que a qualidade da educação não começa nem termina dentro da sala de aula. Não é esse um dos motivos para que se reivindique melhores salários aos profissionais da educação pública?
Entendemos que a Copa do Mundo de Futebol vem aprofundar o processo histórico de arrocho salarial do professorado, uma vez que se está gastando bilhões, isso mesmo, BILHÕES, para a construção das infraestruturas exigidas pela FIFA que, além do mais, servem para produzir um modelo de cidade – do qual falaremos mais adiante – pernicioso para a maioria da população.

Quantas moradias, parques, ciclovias, praças, ginásios poliesportivos, teatros, escolas poderiam ser construídos com este dinheiro? Quantas reformas e aparelhamentos de hospitais? Quantas obras de saneamento básico, contenção de encostas e redução e prevenção às enchentes? Pode-se até realizar a Copa, mas ao invés de se gastarinutilmente com ela, poder-se-ia investir em promoção social. Quem vai dizer que o Mineirão ou o Maracanã, embora pudessem precisar de “ajustes”, não eram excelentes estádios?

O caso é que, quando se trata de atender aos interesses dos ricos, o dinheiro aparece, mas quando, por exemplo, professores empunham sua justa bandeira de melhores salários, os governantes de plantão alegam que o orçamento está apertado e que o salário pago é bom e é o máximo que se pode oferecer – além de acionarem a polícia para cumprir seu papel fundamental de reprimir as necessárias lutas do povo.

Tudo bem, a Copa pode não ser a responsável pelo arrocho salarial, mas lembremos que estamos falando de um processo que não começa e tampouco termina com ela. Quantos anos serão precisos para pagar estes volumosos gastos em aeroportos, sistemas de transporte, estádios (todos visando às demandas da Copa e não da população) e com isso manter o orçamento apertado de modo a não possibilitar aumentos salariais? E tem mais: além do estado arcar com enormes gastos (repisemos: todos visando às demandas da Copa e não da população. Lembremos: com dinheiro dos impostos pagos por toda a população, sobretudo os trabalhadores), a FIFA e seus parceiros foram agraciados com a isenção de impostos e a reforma e construção de hotéis receberão “incentivos”.

A propósito, o prédio onde funcionava o Ipsemg na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, foi alugado por 35 anos para um amigo do ex-governador mineiro Aécio Neves ao custo mensal de meros 15 mil reais. Pena que não há outra palavra, porque fica difícil chamar de custo quando se considera que são apenas 15 mil reais para explorar comercialmente um prédio daquele tamanho numa das áreas mais valorizadas da capital mineira.

O segundo aspecto, mais amplo, refere-se aos atingidos pelas transformações que as cidades-sede do mundial estão passando. Como principais atingidos, milhares de famílias estão perdendo suas casas para construção de sistemas de transporte para atender às demandas dos turistas do mundial. Vejam bem: brasileiros estão perdendo suas casas para o divertimento de estrangeiros! Dentre outros, há também os que trabalhavam no entorno dos estádios, vendendo desde camisas de times até alimentos, que não mais poderão exercer sua atividade de subsistência.

Vocês podem estar se perguntando: e o que a educação tem a ver com isso? Ora, quem são aqueles para os quais vocês dão aulas nas escolas públicas? Não são os filhos dos trabalhadores empobrecidos? Embora muitos de vocês possam não ter alunos vivendo este drama, lembremos, mais uma vez, que estamos falando de um processo que não começa e tampouco termina com a Copa do Mundo de Futebol e também não diz respeito apenas às cidades-sede do megaevento.

Por isso, vale corrigir: este megaevento tem servido, na verdade, para aprofundar um modelo de cidade que marca a urbanização em nosso país, isto é, modelo no qual o pobre não tem vez, a não ser, porque não tem outro jeito, para trabalhar – quando ele tem um trabalho, claro. É um modelo de cidade cujo sentido não é o de atender às necessidades e direitos da população, tais como saúde, esporte, lazer, moradia, educação, e sim auferir lucros para uma parte da população historicamente privilegiada – porque não dizer, é um modelo de cidade produzido pela e para a elite dominante.

Sendo assim, se observa que produzem a cidade demarcando espaços destinados exclusivamente aos ricos, com toda infraestrutura e conforto, enquanto os trabalhadores perdem seus lares e, por consequência, trabalho e laços sociais, ao serem mandados para longínquas periferias normalmente sem a menor infraestrutura. Os alunos estão dando muito trabalho na sala de aula? Mais do que nós, vocês sabem quem são eles e o que passam enquanto filhos de trabalhadores empobrecidos.

Por estas considerações, e por entendermos que educação pública e de qualidade exige salários dignos, manifestamos nosso total apoio à luta das professoras e dos professores em greve para que o governo do estado de Minas Gerais cumpra a lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei n° 11.738/08).

Enfim, procuramos aqui apontar dois aspectos que imaginamos estejam relacionados com as condições de trabalho na educação básica pública, dentre elas a condição salarial, mas cremos que a questão vai muito além. Nesse sentido, que tal se vocês vierem conversar conosco sobre a Copa afim de elaborarmos juntos um entendimento sobre este megaevento que dialogue com a    realidade dos alunos? Ao final deste texto, consta nosso calendário de reuniões até o final deste ano. Sejam muito bem vindos!

Saudações de luta,

Comitê Popular dos Atingidos pela Copa 2014 BH